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sábado, 30 de outubro de 2010

É chegada a hora

De um lado, Dilma. Ela é a candidata de Lula, do PT e do povo brasileiro. De outro, um candidato que critica, ataca e ofende, que representa um governo fracassado, sem rumos concretos pro Brasil e para os brasileiros.

Hoje, o Brasil decide entre o progresso ou regresso. São inúmeras conquistas que estão em jogo. A questão partidária fica em segundo plano; o que interessa, ao menos aos meus olhos, são tudo o que o presidente Lula fez em 8 anos, versus o que os outros fizeram no mesmo tempo.

Sinceramente, estou felicíssimo e muito confiante. O povo brasileiro dará a vitória a si mesmo no domingo, dia 31.

Tudo o que fizemos, terá continuidade.

É Dilma, com esperança, amor e fé.
É 13!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Dilma é a nossa cara!


Saiu hoje, dia 16 de agosto, a reportagem que eu havia comentado anteriormente sobre o engajamento dos jovens petistas na campanha presidencial de Dilma.


Conforme prometido, reproduzirei abaixo parte da matéria “Meu candidato é a minha cara”, do caderno FolhaTeen, do jornal Folha de S. Paulo. O conteúdo completo está disponível na internet e na edição 29.720, desta segunda.


Dilmistas têm proposta na ponta da língua

Fabiana Godoy / Folha de S. Paulo



Não existe pergunta difícil para a turma de jovens ligados à campanha de Dilma Rousseff (PT) à Presidência.


Eles falam com desenvoltura sobre as propostas tanto da candidata como de seus concorrentes. Leram, na íntegra os programas de governo de todas as coligações.


Agora passam o dia em blogs de políticas e em redes de contatos no Twitter e no Orkut. “Faço isso porque gosto, e não por obrigação”, diz Gustavo Pina, 16.


Neste grupo, ele é, disparado, o que se interessou mais cedo pela causa política. “Minha mãe conta que eu era chorão e que a única coisa que me fazia sossegar era o horário eleitoral de TV.”


“Mas a televisão é o método antigo de fazer campanha. Não oferece o diálogo”, diz Matheus Ribas, 16. “O debate está muito mais acessível agora, com a internet”, dia Graziela Drago, 17.


A maioria deles é hoje filiado ao PT. “É fácil dizer que, em política, tudo é feio e roubalheira. É um discurso vazio”, diz Maira Pinheiro, 19. “A política precisa de nosso espírito jovem”, diz Gustavo.


Além da admiração pelo partido, esses jovens nutrem grande simpatia pelo presidente petista e revelam que choraram ao assistir “Lula, o Filho do Brasil”.


Eles reconhecem que são minoria. “Tenho muitos amigos que vão votar nulo”, diz Gustavo. Apesar de engajados, eles não querem ser políticos no futuro. “A política tem que caber em qualquer profissão”, conclui Graziela.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A Folha perguntou. Nós respondemos.

video


Em breve, colocarei aqui a matéria na íntegra.


Só para constar, a entrevista foi dada hoje, dia 22 de junho, na Av. Paulista, centro de São Paulo.

Provavelmente ela sera publicada no caderno Folha Teen, do dia 09 de Agosto.

Dilmaboy: Desbancou a Stefhany e é o maior sucesso!

De um tempo para cá, os internautas têm conferido muitas pessoas que estão tentando a fama na internet. Agora, vale também chamar a atenção para uma idéia, produto ou pessoa.

Nos anos dourados, a vontade dos artistas eram ter suas vozes ecoadas pelas ondas do rádio. O circo também reunia artistas. Espetáculos de luzes, ainda que básico, chamava o público para perto do picadeiro para assistir os cantores e cantoras que embalavam os romances formados à moda antiga.

Depois, chegou a TV. O aparelho mudou a concepção de mundo do povo. Agora, além da voz, eles iriam aparecer na casa de muitas pessoas. O sonho de ficar famoso, então, passava pertíssimo pelos palcos das emissoras do país.

Agora, estamos na era da informática. O rápido acesso aos diversos portais de vídeos online que temos é um espaço sem limites tanto para os bizarros quanto para os talentosos. O júri, na verdade, não é mais aquele que costumávamos ver com os calouros. Os cantores não têm medo de levar uma buzinada do Chacrinha, muito menos de sair dançando do programa do Raul Gil. O júri somos nós. Nós, os internautas, pessoas comuns, sem qualificação para julgar, promover ou destruir sonhos. A realização dessa vontade enfim, cabe a nós decidirmos: indicar ou não o vídeo. Mas o mais legal é que indicamos, as vezes, de tão estranha que é a figura, e ela, fica famosa assim. É o conhecido viral, técnica usada por muitos obcecados por fama para atingirem o seu objetivo.

“Eu sou linda e absoluta! Eu sou Ste-fha-ny!” Quem nunca ouviu essas frases? A música de Stefhany Cross é uma paródia de A Thousand Miles, de Vanessa Carlton. A brasileira deu um tempero especialíssimo ao hit americano, colocou uma letra que foge totalmente da versão original e sem nada de modéstia, postou o vídeo no YouTube. A fama da absoluta-divônica logo chegou. Em menos de duas semanas, o vídeo acumulava milhares de exibições na rede, e esse numero cresce até hoje. Para competir com ela, chegou Ximbica, com o Ximbication, uma versão provocante de Celebration, da deusa americana Madonna. Ficou famosa, apareceu, fez barulho e sumiu. Sthefany reagiu às provocações e se mostrou mais linda e absoluta na internet, com novos vídeos.

Agora, o hit que chegou para abalar a internet, os internautas e os outros candidatos é o mestre Dilmaboy. É, isso aí, Dilmaboy. Só o nome seria suficiente para chamar a atenção, mas ele foi além. O estudante de publicidade Paulo Reis conseguiu o que queria: mostrar a candidatura de Dilma Rousseff de um modo diferente, que atingisse o seu público alvo, que são os jovens desligados na política.


A melodia é Telephone, de Lady Gaga. A letra empolgante alegrou a militância e os eleitores de Dilma Rousseff. Destaque para “Sorry, Serra, mais uma vez vai dar PT”, “Ela não é o cara, mas é amigo do homem” e o provocador “Você não é o cara, nem é amigo do homem”.
Dilmaboy conseguiu sintetizar a força do Partido dos Trabalhadores de uma forma bastante única. A música é o tipo chiclete e o rapaz ficou famoso. Aos 25 anos, é sucesso na internet, com mais de 160 mil acessos em duas semanas de exibições. Já declarou a diversos sites que quer conhecer a sua candidata do coração.

Dilmaboy ainda não é páreo com Stefhany, mas cabe a você assistir, avaliar e repassar o engraçadíssimo vídeo! Clique!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Nós temos orgulho de nossa história. E eles?

Se tem uma coisa que eu gosto na eleição é o jingle, a musiquinha que embala toda a campanha. Fico realmente ansioso para a divulgação desta parte da campanha petista, pra colocar logo no celular e ouví-los loucamente. Os jingles do PT são diferentes dos outros partidos. Eles, mais do que o nome do candidato, oferecem ao ouvinte toda uma retrospectiva e análise sobre o caso do lugar. Ele não se concentra em apenas fazer com que o eleitor se convença de votar naquele sujeito, mas sim, entender o porquê de depositar na urna o seu voto de confiança no partido.

Desde Lula lá - a primeira peça publicitária musical de cargo nacional, de 1989 - a Uma Grande Brasileira, de 2010, veremos, caso a caso, uma história de luta por um ambiente melhor, com mais justiça e soberania.

Esses dias, por extrema curiosidade, visitei o site do José pra saber como estavam organizadas as coisas por lá, e os resultados, para mim foram positivos, afinal de contas, não votarei e não torço pela vitória deste candidato. O site é mal organizado e incompleto, porque confesso que esperava muito mais, tamanha importância desta eleição.

Seguindo os meus extintos publicitários, procurei o jingle oficial da campanha. Encontrei. Achei fraco. Canta vitória sem nem oferecer um plano de futuro. Eles escondem o passado. Por que não falar que escolher Serra é certo porque ele foi ministro de FHC? Medo? Receio? Ainda assim, pessoal, o Brasil não vai cair nessa outra vez. A letra é massante e o ritmo, enjoativo. Após repetir milhares de vezes uma única frase, durante aproximadamente dois minutos são cantados versos como repetitivos e cansativos.


Em seguida, escutei pela qüinquagésima oitava vez o Uma Grande Brasileira e assim, tirei minhas conclusões; os contextos, a história, as propostas, a visão de mundo e de Brasil são totalmente diferentes. Se o lado de lá tenta esconder a verdade, aqui, nós mostramos.

O jingle de Dilma é uma emocionante viagem à oito anos atrás, quando Lula iniciava um dos melhores (senão o melhor) governo do país e rapidamente nos detém no presente e no futuro. A música exalta as mudanças provocadas pelo presidente, a importância delas continuarem com Dilma e o apoio que nossa candidata recebe.

Veja a letra abaixo, e aproveite para escutar o hit que está embalando a nossa campanha na central de downloads do portal Dilma 13, clicando aqui.

Responda: Qual é a intenção da equipe de publicidade tucana?

A resposta é que ela quer que você simplesmente vote em José Serra por lembrar de seu nome ou do ritmo de seu jingle. Tanto é verdade que seu conteúdo é pobre e fraco, bem ao estilo tucano de ser. Eu contei: em menos de três minutos, o sobrenome de José foi cantado mais de 16 vezes. Tudo isso para entrar na sua casa, leitor, e fazer com que você apenas se lembre deste sujeito quando estiver de frente para a urna. Racional assim.

Novamente, responda: A intenção da equipe de Dilma é a mesma da de Serra?

Não, absolutamente. Mais do que ganhar voto, o interessante para a candidata e o Partido dos Trabalhadores é apontar razões concretas que ajudem o eleitor na hora de depositar o seu voto de confiança. E que a verdade seja dita: motivos não faltam para milhões de brasileiros e brasileiras optarem pelo caminho certo e seguro que é oferecido com Dilma e o PT.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Descobrindo o meu mundo - Como tudo começou

Era uma vez, uma cidade. Nela viviam (vivem!) toda a minha família e eu, claro.
Os comentários que eu ouvia numa determinada época sobre essa cidade não eram os mais agradáveis. Parecia que estávamos em um momento obscuro, onde tudo era ridículo por ser como era sem a atenção necessária de alguém, como se alguém fosse o tal responsável pelo tal momento obscuro. A verdade é que eu não entendia nada do que meus pais conversavam. Eles apenas conversavam, queixando-se, e eu escutava.


Você já teve a sensação de que todos te olhavam diferente? Mesmo arrumando o cabelo, não adiantava. Então, você, tentando acabar com esse incômodo de outra pessoa te olhando estranhamente, começa a procurar a sujeira da sua roupa, achar que a combinação de cores estava errada, não é? Eu era diferente das outras crianças da minha faixa etária, mas comigo, o problema não era o cabelo desarrumado ou o vestuário errado, e sim, a forma como eu me comportava com as pessoas. Eu preferia sentar à mesa com os adultos e conversar com eles a cortejar os brinquedos de seus filhos e entrar no universo infantil que desde aquela época, pra mim não fazia o mínimo sentido. Algumas pessoas me consideravam precoce; uma pessoa com ações mais maduras do que as consideradas “normais” para a idade. Apesar dessa “maturidade”, o que meus pais conversavam e eu escutava, continuava sendo uma incógnita, um mistério. Até porque, falência e crise eram conceitos que no alto dos meus sete anos de idade não tinham um significado para mim. Sabia apenas que não eram coisas boas, porque meus pais não gostavam. Então, pronto, eu também não gostava de crise, nem de falência, e fim de papo.

A situação que nos encontrávamos não podia continuar. Assim, me senti engajado em uma luta de muita gente. Uma luta feita de gente talvez maior que eu, mas que detinham os mesmos sonhos, as mesmas vontades de reconstruir esse lugar que eu, mesmo não sabendo, já participava ativamente do cotidiano. Algo me aconteceu.
Os anseios de mudança que eram tão esperados não só pelo pessoal de casa, mas também por expressiva parte da sociedade, enfim, apareceram. Em volta da TV, eu lembro, todos assistiam ao programa eleitoral de Marta Suplicy, que em 2000 foi candidata à prefeitura pelo PT. As promessas de um futuro melhor que ela dizia enchiam de esperança aqueles que criticavam o presente. A presença marcante de Marta abria os caminhos para uma realidade diferente. Um governo mais ousado e dinâmico, mais social e preocupado com a população. Essas diretrizes, eu não esqueço. Pela primeira vez, fui à um colégio para expressar não a minha vontade, propriamente dita – justamente por causa da idade -, mas as vontades de minha mãe, com a qual fui votar. As urnas falaram: o povo paulistano venceu. Festa vermelha. Minha bandeirinha da campanha foi bem vista da janelinha do quarto. Ainda não tinha noção sobre o tamanho do PT, a trajetória do Partido, sua função, sua importância na sociedade. Muito menos conhecia àqueles que o construíram, anônimos e/ou ilustres membros como José Dirceu, José Genoino, Lula e sua família, a própria Marta e Eduardo Suplicy, pessoas que antes de qualquer coisa, formularam, pensaram e idealizaram um partido ou um plano de governo que atendesse aos requisitos de um país carente. A mídia noticiou o resultado das eleições paulistanas de forma empolgante. Segundo pesquisas, ela apoiava o governo, nessa época. Com as palavras da própria ex-prefeita, ‘é muito bom governar com a imprensa ao nosso lado’.


Em 2002, mais uma vez nossa estrela poderia brilhar. De longe, Lula me agradava mais do que o candidato do governo, na época. Não entendia sobre o atual cenário do país. Só gostava do Lula; ele era uma pessoa com qual me identificava. O tabu que seria quebrado também me fascinava. Por que não um homem normal, da classe-média, que foi operário e saiu do povo ocupar a presidência? O apoio que ele recebeu de Marta aqui facilitou a aceitação. O “partido da estrelinha” mais uma vez ganharia a minha confiança. Em casa, nunca tivemos o costume de comemorar a vitória de nosso candidato, e por isso, contive-me em apenas desejar boa sorte ao ganhador, nosso motivo de orgulho; homem que mais tarde, ganharia notoriedade internacional pelo trabalho desenvolvido no Brasil.


Se em 2004 sofri com a derrota municipal, na reeleição de Marta, em 2006 amarguei o fim das chances de mudarmos o governo estadual. Em compensação, vivi a emoção de reeleger aquele que anteriormente era alvo de acusações e preconceito. Nessa época, já tinha em mãos – na ponta dos dedos, mais especificamente -, uma ferramenta incrível. Acompanhei a apuração dos votos em uma comunidade virtual de petistas, com quase cem mil pessoas torcendo, postando e discutindo a cada intervenção jornalística das emissoras com novos resultados. Foi uma experiência incrível. Fiz amigos, inimigos e passei por um trabalho de militante, ainda que anonimamente. Contribui com alguns votos para a reeleição do presidente Lula, e me orgulho deste marco.

Oito anos depois da descoberta de um possível interesse por política, novamente vi esperançoso, Marta em campanha. Acreditava em uma vitória poderosa daquela diva sobre o espantoso e desesperador governo da direita em São Paulo, mas não foi isso que os resultados mostraram. Foi triste ver nossa cidade escolher tão mal um representante como aconteceu. Talvez a propaganda apelativa do concorrente foi mais chamativa e isso havia conquistado o eleitorado.

Chegamos em 2010, num momento crucial. Está em jogo o futuro do país. Neste novo quadro que surgiu, temos um candidato que representa um governo antiquado, e que pode ameaçar todos os quase completos oito anos de governo Lula. Em contrapartida, Dilma Rousseff, a nossa candidata, é a continuação. É com ela que vamos pra frente. É com ela que queremos prosseguir e trilhar o caminho do desenvolvimento que o Presidente Lula começou. É com ela, também, que outro tabu será quebrado: a mulher que falta nos postos de comando em Brasília, sendo chefe do país, agora pode ser ela! Em São Paulo, temos uma chapa forte: ao governo do Estado, Aloisio Mercadante, que faz oposição aos mais de 20 anos das mesmas caras em São Paulo; no Senado, as vagas são disputadas com Marta Suplicy divônica e Netinho de Paula.

Em Agosto do ano de 2000, realmente algo me aconteceu. Hoje, aos meus 16 anos, tenho em mãos o meu título eleitoral, e estou pronto para depositar minhas esperanças no numero 13, em Outubro. Mal sabe Marta Suplicy e Luiz Inácio Lula da Silva qual é seu grau de referência para mim, e quanto o trabalho deles naquela época me influenciou a ter como paixão a política, e especialmente, o Partido dos Trabalhadores. Felizmente, tive a felicidade de me filiar ao PT e ter minha ficha assinada de acordo com meu pedido. Até agora não tenho palavras para agradecer o carinho e gentileza demonstrados pelo meu deputado federal José Genoíno, ao me cadastrar ao Partido. De quebra, ganhei seu livro, “Entre o Sonho e o Poder – Entrevista à Denise Paraná”, autografado e com a seguinte frase dedicada ao momento: “Com os nossos sonhos que irão acontecer”.

Nossos sonhos estão e continuarão acontecendo, Genoino! Estou com você, com Marta e Netinho, com Mercadante e Dilma. Votarei pela primeira vez com a certeza de que os nossos sonhos irão acontecer. Nossa bandeira está ao vento e o Brasil está em festa. Não sou mais o que era antes. Cresci. Evoluí. NÓS não somos mais o que éramos antes. NÓS crescemos e evoluímos. Era uma vez, um novo país.

domingo, 18 de julho de 2010

Em um futuro breve...

Novas postagens, parcerias e atualizações no Blog.

É só aguardar por novidades!